10.5.21

Cláudio Castro não quer brigar

Claudio Castro busca governar o Rio de Janeiro de maneira oposta ao seu antecessorReprodução

"Eu agora estou empenhado em lutar por vacina no braço e combate à fome", disse Castro. Ele defendeu a atual administração por conquistas ainda em 2019, mas que, agora, serão multiplicadas com base principalmente em "diálogo". Ao retornar ao modelo do restaurante popular, ele atrai a força política da família Garotinho.

"Eu assumi dia 28 de agosto com um déficit nas contas públicas na casa de 6,2 bilhões de reais, com a difícil missão de pagar os salários dos servidores de novembro, dezembro e 13º. Começamos um trabalho, então, de tentar recuperar e tentarmos achar maneiras de sairmos dessa crise. O Estado tinha uma situação muito difícil, não dialogava bem com a cadeia produtiva, não dialogava bem com a Assembleia Legislativa, não dialogava com o governo federal, não dialogava com os outros poderes, então começamos um trabalho de resgate do Rio de Janeiro, recuperando as pontes com o governo federal, com a Assembleia Legislativa, voltamos a dialogar com a cadeia produtiva. Até no momento mais complicado da pandemia, fazia e continuo fazendo reuniões periódicas com a cadeia produtiva, quem gera emprego, renda, riqueza. Infelizmente, esse tempo de pandemia, aconteceu uma dicotomia feia e errônea, entre a saúde e a economia. Não existe essa disputa. Ao contrário. Uma retroalimenta a outra. Sem saúde, não conseguimos ter economia. E sem economia, dificilmente, as pessoas terão saúde".

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