Esse texto estava marcado para ser escrito ontem, e eu ia escrever algumas palavras sobre a aparente apatia do brasileiro com essa Copa.
Começaria mais ou menos assim: “nunca vi Copa tão chocha do ponto de vista da empolgação do torcedor comum, o que nos leva a perguntar se realmente queremos levar o hexa só para ver o técnico da Seleção dizer todos os palavrões possíveis e afirmar que é vitorioso, contra tudo e contra todos.”
Mas vitórias transformam até o torcedor mais arredio - e mais saudoso do passado onde “joga bonito” não era só slogan da Nike - de tal forma que, agora, é bom lembrar que o brasileiro é passional mesmo, e que, com Jabulani ou sem Jabulani, iremos em frente.
…
E, quanto ao jogo: não adianta ficarmos chorando o leite derramado, a Seleção joga assim mesmo, mas bem que eu esperava mais facilidade contra a Coreia do Norte, grupo de 11 aplicados soldados que não sabiam o que fazer quando tinham a bola no pé.
Está certo que a bola, tão criticada por todos, trabalhou a nosso favor e Robinho jogou de forma bem esforçada; mas ficou a impressão de que vamos ter “fortes emoções” a cada jogo, principalmente contra times profissionais de fato, como o que vamos encarar no domingo.
…
E, para arrematar: depois de ouvir o Neto comentando até Galvão Bueno fica agradável, contanto que ele pare de trocar nome de jogo a toda hora.
Costa Rica e Portugal?
Alemanha e Áustria?
Ah, fala sério, Galvão ...
(modificado em 16/07, 22:41)
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