Operações em favelas foram suspensas pela Corte em junho do ano passado. A decisão permite ações apenas em “hipóteses absolutamente excepcionais”, após comunicação e justificativa ao Ministério Público.
“O sangue do policial morto está nas mãos de entidades que fazem ativismo”, afirmou o policial. “Temos lideranças de outros estados achando que ali a polícia não vai”, completou.
source https://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2021-05-06/jacarezinho-policia-critica-ativismo-judicial.html
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