De acordo com a ideia anterior, 100% das vacinas adquiridas pelas empresas seriam entregues ao SUS. Agora, apenas metade delas terá esse destino. A outra metade ficará com o comprador, que poderá utilizá-la da forma que julgar mais conveniente para imunizar seus empregados. Bastou que o projeto fosse aprovado para que, como tem acontecido desde início da pandemia, se iniciasse uma discussão motivada mais por interesses políticos do que pelo benefício que a medida pode trazer à população.
Por mais elogiável que seja, é provável que a iniciativa dos parlamentares não produza qualquer efeito prático imediato. Já faz algum tempo que entidades representativas das corporações profissionais mais influentes, bem como as empresas mais ágeis, têm recorrido à Justiça, quase sempre com sucesso, em busca de autorização para comprar as vacinas. A questão é que, ao ter em mãos a sentença favorável, elas se deparam com dois obstáculos concretos e um perigo real.
source https://ultimosegundo.ig.com.br/colunas/nuno-vasconcellos/2021-04-11/um-esforco-nacional-pela-vacina.html
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