A investigação, entretanto, está paralisada até que o STF finalize o julgamento sobre o formato do depoimento do presidente. O antigo relator do caso, o ministro Celso de Mello, votou para que Bolsonaro tenha que prestar depoimento pessoalmente, mas a defesa do presidente pediu dispensa do depoimento e argumentou que ele poderia ser por escrito. O julgamento foi adiado e nunca mais foi retomado.
O depoimento do presidente deve ser uma das últimas diligências do caso. Depois disso, a PF deve finalizar o relatório que apontará se Bolsonaro cometeu algum crime ou se não há indícios de crime. Investigadores da Procuradoria-Geral da República (PGR) consideravam que já havia indícios suficientes para caracterizar o crime de advocacia administrativa, que é o patrocínio de interesses privados dentro da administração pública.
source https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2021-04-23/moraes-prorroga-inquerito-que-apura-se-bolsonaro-interferiu-na-policia-federal.html
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